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Os Anos Incríveis

Guia de Resolução de Problemas para Pais de Crianças dos 2 aos 8 Anos de Idade

A maior parte dos pais deseja que os seus filhos tenham sucesso na escola, respeitem os pais, sejam felizes e saudáveis e façam boas amizades. Ao longo de mais de 300 páginas este livro apresenta práticas parentais positivas, princípios para gerir o comportamento infantil e estabelecer relações positivas com as crianças; além de abordar temas comuns à infância, como os medos, o roubo, a mentira e a promoção das competências sociais, emocionais e académicas.

Índice

Abertura e sensibilidade na relação com os filhos
A regra da atenção
As crianças correspondem às expectativas mais ou menos elevadas dos pais
Disciplina sem violência
Aceite o temperamento específico de cada criança
Utilize o poder parental responsavelmente
Pratica, e serás mestre
Todas as crianças têm problemas de comportamento
Todos os pais cometem erros
Sinta o prazer de ser pai ou mãe
Bases para este livro
Organização do livro
Em resumo…

PRIMEIRA PARTE: Alicerces para uma maternidade ou paternidade bem sucedida

Capítulo um: Como brincar com o seu filho

Deixe-se guiar pelo seu filho
O ritmo da brincadeira deve ser adequado ao seu filho
Preste atenção aos sinais do seu filho
Evite confrontos de poder
Louve e encoraje as ideias e a criatividade do seu filho
Desenvolva a capacidade de compreensão emocional do seu filho através da fantasia e do “faz-de-conta”
Aprecie e elogie o que o seu filho faz
Vá comentando e descrevendo as acções do seu filho
Introduza conceitos que ajudam o seu filho a desenvolver competências académicas
Exercitar as emoções ajuda a desenvolver a literacia emocional do seu filho
Ensine o seu filho a brincar com outras crianças
Encoraje o seu filho a resolver sozinho os seus problemas
Dê atenção à criança enquanto ela brinca
Uma nota de cautela
Em resumo…

Capítulo dois: Atenção positiva, encorajamento e aplauso

O elogio estraga as crianças?
As crianças têm obrigação de saber comportar-se?
Não poderá o elogio ser visto como uma forma de manipulação, ou soar a falso?
Deverá o elogio ser reservado para ocasiões excepcionais?
Deverá esperar-se uma modificação de comportamento antes de fazer qualquer elogio?
Que fazer com a criança que rejeita o elogio?
Terão alguns pais maior dificuldade em elogiar os seus filhos?
Há diferenças entre encorajamento e elogio?
Como tornar o elogio mais eficaz.
Seja específico
O elogio deve ser apropriado
Mostre o seu entusiasmo
Algumas sugestões, para ajudar nos primeiros passos…
Evite conjugar elogio e crítica
O elogio deve ser imediato
Seleccione comportamentos específicos que, consoante as características individuais do seu filho, gostaria de o ver adoptar
Não é preciso que o comportamento seja perfeito para merecer o elogio
Incentive as crianças a aplaudir o seu próprio comportamento e o das outras crianças
Duplicando o impacto
Em resumo…

Capítulo três: Recompensas concretas, incentivos e comemorações

Exemplos de recompensas concretas
O estabelecimento de objectivos
Seja específico/a relativamente ao comportamento apropriado
Estabeleça etapas curtas e vá trabalhando para alcançar objectivos mais ambiciosos
Programe um faseamento adequado das etapas
Seleccione cuidadosamente o número de comportamentos
Concentre-se nos comportamentos positivos
A escolha das recompensas
Opte por recompensas pouco dispendiosas
Programe as recompensas diárias e semanais
Envolva as crianças no programa
A recompensa premeia o comportamento correcto
Utilize recompensas concretas para premiar as vitórias do dia-a-dia
Substitua as recompensas concretas por aprovação social
Apresente listas de recompensas claras e específicas
A lista deve ser variada
Assegure-se que os incentivos são apropriados à idade
Adopte uma postura positiva
Mantenha uma clara separação entre os programas de recompensas e a disciplina
Não perca controlo do seu programa
Trabalhando com os professores
Em resumo…

Capítulo quatro: O estabelecimento de limites

Reduza o número de ordens
Uma ordem de cada vez
As ordens devem ser realistas
As ordens devem ser claras
As ordens devem ser afirmativas
Dê ordens sem se zangar
Dê ordens positivas
Dê tempo para o cumprimento da ordem
Avise previamente que vai chegar o momento de cumprir a ordem
Adopte a estratégia “Quando fizeres isto…, podes …”
Sugira opções
Dê ordens curtas
As ordens não devem ser contraditórias
O cumprimento ou incumprimento da ordem deve ter consequências
Em resumo…

Capítulo cinco: Ignorar

Evite a discussão e o contacto visual
Ignore consistentemente – e prepare-se para que as coisas piorem de início
Ignore e desvie a atenção para outra coisa
Afaste-se, mas mantenha-se na mesma divisão
Ignorar ensina a criança a desenvolver autocontrolo
Ensinar os outros a adoptar a mesma táctica
Limitar o número de comportamentos a ignorar
Alguns comportamentos não devem ser ignorados
Exemplos de comportamentos que podem ser ignorados em crianças de idade pré-escolar
Dê o devido relevo aos comportamentos positivos
Devolva a atenção à criança logo que possível
Seja subtil na forma como ignora
Mantenha-se em controlo
Em resumo…

Capítulo Seis: “Tempo de Pausa”: um espaço para acalmar

Passos a dar
Localização
Descreva os comportamentos que serão castigados com o Tempo de Pausa
Duração
Pistas para implementar o exercício do Tempo de Pausa
Utilize um contador de minutos
No final do Tempo de Pausa, dois minutos de espera
Para terminar: repita a ordem que não foi cumprida
Como lidar com crianças que se recusam a ir para o Tempo de Pausa
Quando a criança se recusa a permanecer no Tempo de Pausa
No início, o comportamento vai piorar
Seja positivo/a
Ensine a criança a perceber o exercício
Armadilhas a evitar relativamente ao Tempo de Pausa
Cuidado com as críticas e as censuras
Identificar os problemas o mais cedo possível
Sobre a expectativa de remorsos
Cinco minutos de Tempo de Pausa e dois minutos de calma
Abuso do Tempo de Pausa
Se se retrai muito, acaba por explodir
Liberdade dentro de limites
Avisos do tipo “se…, então…” com consequências reais
Evite interagir durante o Tempo de Pausa
Evite recorrer à força
Quando a criança recusa sair do Tempo de Pausa
Quando não existe um quarto para o Tempo de Pausa
Outras formas de confronto de poder
Outros princípios do Tempo de Pausa
Responsabilize as crianças
Preveja reincidência de comportamentos
Tempo de Pausa em público
Organize o seu horário
Apoio mútuo
Não há soluções mágicas
Capitalize com amor e atenção
Tempo de Pausa para os pais
Para além da disciplina
Em resumo…

Capítulo sete: Consequências naturais e consequências lógicas

Exemplos de consequências naturais
Exemplos de consequências lógicas
Certifique-se que as suas expectativas correspondem à idade da criança
Certifique-se de que vai agir de acordo com o estabelecido
As consequências devem ser aplicadas sem grande demora
Dê tempo à criança para fazer as suas opções
As consequências devem ser naturais ou lógicas e não punitivas
Envolva o seu filho na decisão sempre que possível
Seja directo/a e afectuoso/a
As consequências devem ser adequadas
Em resumo…

Capítulo oito: Ensinar as crianças a resolver problemas

Pai e mãe como modelos
Primeiro passo: debater problemas hipotéticos
Segundo passo: Pensar em soluções (chuva de ideais)
Terceiro passo: Prever consequências
Quarto passo: Qual será a melhor solução ou opção?
Quinto passo: desenvolver competências de resolução de problemas
Sexto passo: Avaliar os resultados
Em primeiro lugar, tenha em consideração a perspectiva do seu filho sobre o problema
Encoraje a criança a propor diversas soluções
Orientação na solução de problemas
Seja positivo/a e divertido/a
Faça perguntas sobre sentimentos
Incentive a criança a encontrar muitas soluções
Recorra a perguntas em aberto e à paráfrase
Discuta com a criança as consequências positivas bem como as negativas
Demonstre como lida com os seus problemas pensando em voz alta
A ênfase deve ser colocada no raciocínio e na autogestão
Elogios e mais elogios
Em resumo…

Capítulo nove: Como ajudar as crianças a aprender a gerir as suas emoções

O que é a regulação emocional?
A que ritmo aprendem as crianças a gerir as suas emoções?
Eis algumas formas de ajudar as crianças
Assegurar estabilidade e consistência em casa
Aceite a emotividade do seu filho
Fale sobre os seus próprios sentimentos e emoções
Incentive as crianças a falar à vontade sobre os seus sentimentos
Mostre-lhes como lida com as suas emoções
Ensine-lhes como praticar um auto-diálogo positivo
Identifique situações complicadas e utilize-as como ponto de partida para ensinar o seu filho a resolver os seus problemas
Ensine-lhes a “técnica da tartaruga”
Ajude as crianças a reconhecer as etapas no processo de acumulação da tensão
Recorra ao Tempo de Pausa em caso de acessos de fúria
Ensine-as a encontrar formas adequadas de expressão dos seus sentimentos negativos
Procure evitar que a criança dê livre expressão à sua cólera
Elogie os seus filhos quando procuram controlar as suas emoções
Ajude o seu filho a modificar a sua auto-imagem e a construir uma visão positiva do futuro
Em resumo…

Capítulo dez: Como ensinar as crianças a desenvolver competências para fazer amigos e a lidar com problemas no relacionamento com outras crianças

Porque são tão importantes as amizades entre crianças?
Por que razão algumas crianças têm mais dificuldade em fazer amigos do que outras?
O que podem os pais fazer?
Ensine as crianças a iniciar uma interacção e a entrar num grupo
Brinque todos os dias com o seu filho para ensaiar e estimular competências sociais
Ajude o seu filho a aprender a falar com os amigos
Convide colegas do seu filho para sua casa – e supervisione atentamente as brincadeiras
Treine e elogie as competências sociais durante esses encontros
Ensinar formas de resolver conflitos
Ensine o seu filho a recorrer a um auto-diálogo positivo
Ajude o seu filho a controlar a cólera
Promova a participação do seu filho em actividades infantis positivas na sua vizinhança
Colaboração com os professores
Desenvolver a empatia
Em resumo…

SEGUNDA PARTE: Comunicar e resolver problemas

Capítulo onze: Controlar pensamentos perturbadores

Primeiro passo: Assuma plena consciência dos seus pensamentos negativos e positivos
Segundo passo: Reduza o número de pensamentos negativos
Terceiro passo: Aumente o número de pensamentos positivos
Rejeite rótulos negativos e concentre-se nos comportamentos positivos específicos
Não tente especular sobre intenções
Pensamentos positivos
Decida-se a pôr fim aos pensamentos negativos e substitua-os por pensamentos que o/a ajudem a lidar com a situação
Relativize e conteste os seus pensamentos negativos
Pense em objectivos a longo prazo
Veja as coisas objectivamente e relativize
Esforce-se por manter a calma e recorra a mensagens na primeira pessoa para conseguir algum apoio
Concentre-se em tentar lidar com a situação (“coping”)
Recorra ao auto-diálogo para modelar formas de lidar com os problemas (“coping”)
Em resumo…

Capítulo doze: Afastar o stresse e a ira

Afaste-se para respirar fundo
Relaxe mesmo em actividade
Relaxe visualizando ou imaginando algo
Controlar a raiva
Oriente o auto-diálogo para os seus sentimentos de stresse
Tire algum tempo para si
Em resumo…

Capítulo treze: Boas competências de comunicação

Escuta activa
Verbalize os seus sentimentos e emoções
Converse sobre o que sente
Pode ser preciso parar, para reencontrar o rumo
Mostre-se educado/a e positivo/a, e cuidadoso/a ao formular as suas queixas
Concentre-se na resolução do problema, não na atribuição da culpa
Todos os problemas são legítimos
Concentre-se em mudanças realistas
Pergunte à outra pessoa o que está a pensar e a sentir
Mantenha a calma e proponha uma interrupção
Exponha o seu “filtro” e procure entender a reacção obtida
Cuidado com as queixas, seja positivo/a nos comentários críticos
Procure ser consistente nas sua mensagens
As suas ordens e pedidos devem ser positivos
Em resumo…

Capítulo catorze: Resolução de problemas entre adultos

Seis etapas para resolver problemas com eficácia
Primeiro passo: Escolher uma hora e um lugar, e tomar decisões sobre a abordagem do problema
Segundo passo: isolar e descrever o problema
Terceiro passo: sumariar objectivos e expectativas
Quarto passo: fazer uma lista das soluções
Quinto passo: fazer um plano
Sexto passo: avaliar os resultados
Definição do problema
Colaboração
Seja positivo/a
Seja especifico/a e claro/a
Expresse os seus sentimentos
Concentre-se no futuro
Seja breve e aborde um problema de cada vez
Objectivos e expectativas
Reflicta e sumarie
Exponha o objectivo e comportamentos desejados
Inventário de soluções
Mostre-se receptivo/a
Os detalhes são para depois
Assuma criatividade e inovação
Elaborar um plano
Reveja a sua lista
Avaliar as ideias
Identifique os obstáculos e possíveis estratégias para os ultrapassar
Ponha o plano no papel
Agende a reunião seguinte
Elogie os seus esforços
Em resumo…

Capítulo quinze: Trabalhar com os professores para evitar problemas

Para quê formar uma parceria com o professor do seu filho?
Estabeleça contactos com os professores desde cedo
Procure manter um contacto regular
Arranje um plano de envolvimento parental
Estabeleça uma rotina de estudo em casa
Junte-se a um grupo de educação parental
Reconheça o mérito deste modelo de parceria professores-pais
Uma reunião escolar bem sucedida
Sugestões para abordar a discussão de um problema escolar em reunião
Quanto mais cedo lidar com o problema, mais facilmente o resolverá
Expressar as suas preocupações
Para obter melhor colaboração por parte do professor
Mantenha a boa educação e espírito positivo, e seja cuidadoso/a ao apresentar as suas queixas
Concentre-se na resolução do problema
Não deixe de focar os aspectos que lhe parecem relevantes no comportamento dos seus filhos
Assuma uma atitude de esperança
Proponha objectivos comuns e inventário de soluções
Expresse a sua confiança no professor
Faça um plano para dar seguimento ao acordado
Quando se torna necessário consultar o psicólogo ou o director
À frente das crianças, deve assumir-se uma abordagem una, mais produtiva
Adopte uma perspectiva a longo curso
Em resumo…

TERCEIRA PARTE: Lidar com problemas comuns de comportamento

Primeiro problema: Controlar o tempo que o seu filho passa em frente ao ecrã
Segundo problema: Comportamento em público
Terceiro problema: A lentidão
Quarto problema: Rivalidade entre irmãos e bulhas entre crianças
Quinto problema: Desobediência infantil
Sexto problema: Relutância em ir para a cama: a síndrome do “João Saltitão”
Sétimo problema: Acordar à noite
Oitavo problema: Os Roubos
Nono problema: As Mentiras
Décimo problema: Problemas às refeições
Décimo primeiro problema: Molhar a cama
Décimo segundo problema: Hiperactividade, impulsividade e capacidade limitada de concentração.
Décimo terceiro problema: Ajudar as crianças a lidar com o divórcio
Décimo quarto problema: Os medos
Décimo quinto problema: “Ler com cuidado” para desenvolver as competências de leitura do seu filho

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REF: 978-989-8333-03-2 Categoria: EAN:9789898333032Editor:PsiquilíbriosTema:Psicologia e ParentalidadeColecção:PsicologiaAutor(es):Carolyn Webster StrattonANO:2016Páginas:307