Consultas

PSICOLOGIA CLÍNICA: CRIANÇAS E ADOLESCENTES

  • Perturbações de ansiedade (Fobias, Mutismo, Ansiedade social, Obsessão e compulsão, Medo de separação dos pais e outros medos)
  • Ansiedade de desempenho (ansiedade excessiva em situações de avaliação, testes, exames, apresentações de trabalhos)
  • Perturbações do humor (Depressão)
  • Perturbações do comportamento (Comportamentos oposicionais, comportamentos pré-delinquentes)
  • Perturbações de eliminação (Enurese e encoprese)
  • Perturbações de sono
  • Dificuldades alimentares
  • Problemas de relacionamento interpessoal
  • Problemas emocionais
  • Problemas motivacionais
  • Défice de atenção e hiperactividade
  • Dificuldades específicas de aprendizagem (Leitura, escrita, cálculo, ortografia)
  • Dislexia, Disortografia, Discalculia
  • Perturbação do desenvolvimento intelectual
  • Perturbação do espectro do Autismo/ Asperger
  • Dificuldades de Atenção/Concentração
  • Transições de vida (Divórcio dos pais, Luto por morte de pessoa ou animal)
  • Divórcio (Acompanhamento parental; Acompanhamento da criança do ponto de vista emocional; Acompanhamento do conflito interparental; Acompanhamento individual do adulto)
  • Adoção (Transição para a adoção e integração da criança; Acompanhamento pós-adoção)
  • Problemas no Desenvolvimento
  • Perturbações de Alimentação
  • Treino parental (Promoção da coparentalidade, de competências parentais e de práticas educativas promotoras de um desenvolvimento adequado)
  • Deficiência mental
  • Maus tratos, abuso e negligência
  • Stress pós-traumático (abuso sexual, morte violenta, acontecimentos traumáticos)

A primeira consulta acontece somente com os pais da criança ou adolescente (ou seus representantes legais) e tem como foco central o conhecimento do que os preocupa e motiva o pedido de consulta. Na consulta seguinte é realizada a entrevista com a criança ou o adolescente. Caso o psicólogo e os pais considerem pertinente, poderão ser também contactados outros familiares ou pessoas significativas na vida da criança ou do jovem, de forma a completar ou acrescentar informações.
O Psiquilibrios privilegia o envolvimento dos pais nas consultas, considerando que para uma ajuda eficaz este processo deve ser partilhado. Assim, os pais são convidados a ser uma espécie de co-terapautas, ajudando a criança a continuar a aplicar em casa práticas iniciadas em consulta.

PSICOLOGIA CLÍNICA: ADULTOS

  • Perturbações de ansiedade (Ansiedade social, Pânico, Perturbação obssessivo compulsiva, Fobias, Ansiedade Generalizada)
  • Perturbações do humor (Depressão)
  • Bipolaridade
  • Perturbações da Personalidade (Borderline, Paranoide, Narcísica, Evitante, Dependente)
  • Perturbações da alimentação
  • Problemas de sono
  • Dificuldades alimentares
  • Problemas de relacionamento interpessoal
  • Problemas emocionais
  • Disfunções sexuais
  • Transições de vida (casamento, gravidez, divórcio, luto, perda de emprego, mudança de emprego)
  • Stress pós-traumático

Geropsicologia Clínica

Consultas de avaliação psicológica e intervenção psicoterapêutica especificamente destinadas aos mais velhos (60+ anos) e suas problemáticas de saúde mental mais comuns, designadamente declínios cognitivos (demências), de foro emocional,  relacional/familiar, ansiedade, depressão geriátrica e apoio ao idoso em luto.

TERAPIA DE CASAL

A Terapia de Casal está indicada para casais que estão com dificuldades no seu relacionamento, designadamente, dificuldades que envolvam a comunicação ou relacionadas com a forma como gerem os seus conflitos. Ao nível da comunicação, por exemplo, o casal pode perder-se em acusações mútuas, críticas, silêncios longos ou mensagens com duplo sentido. Há muita dificuldade em colocar-se no lugar do outro e rigidez em tentar novas formas de resolver problemas.

O foco da intervenção na terapia de casal é a relação entre as duas pessoas e a sua melhoria, pelo que não são objetivos as mudanças na personalidade de um ou  de ambos os elementos do casal. Caso se perceba que os problemas individuais de um  dos membros do casal está a interferir com a relação de casal, a terapia individual pode ser aconselhada.

A terapia de casal não tem como objetivo forçar as pessoas a ficarem juntas, por isso, é fundamental que ambos os elementos do casal estejam disponíveis para a mudança e para investir no casal.

Também poderá ser um contexto adequado para ajudar casais que pretendam separar-se de forma harmoniosa, reduzindo o conflito. Este espaço poderá, então, ser usado para, com a ajuda de terapeutas experientes, definir formas de se separarem sem causar dano à família e aos filhos.

TERAPIA FAMILIAR

A participação de toda a família nas consultas de terapia familiar advém do facto de que o que ocorre num indivíduo que vive numa família não decorre apenas de condições internas a ele, mas também de uma relação com o contexto mais amplo no qual está inserido. O indivíduo não só recebe o impacto desse ambiente, como também atua sobre ele, influenciando-o. Numa família disfuncional os modos de interação entre os seus membros vão-se tornando rígidos, quer sob a forma de distanciamento, ou de excessiva interferência na vida uns dos outros, formando alianças entre alguns membros, deixando outros de fora, ou transformando outros em bodes expiatórios (muita vezes, os filhos). Dependendo de cada família, o objetivo da terapia poderá ser de reestabelecer a possibilidade de negociação entre os seus membros quanto ao uso do poder, evitando alianças (ex. pai com filho/mãe com filho) e reorganizar as fronteiras entre os vários subsistemas familiares no sentido de torná-las mais adequadas.

A dinâmica do trabalho com famílias exige uma formação específica do terapeuta; no Psiquilibrios este trabalho acontece com dois terapeutas experientes, tal como sugerido pelas Escolas de Terapia Familiar e de Casal.

No Psiquilibrios estas consultas são realizadas por dois terapeutas experientes.

ORIENTAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL

Hoje, mais do que nunca, numa época em que a mudança se fixou e em que os desafios quotidianos se agigantam, a Orientação Escolar e Profissional assume uma importância vital na preparação dos jovens face à complexidade do sistema educativo e das suas articulações com o mundo do trabalho.

DESTINATÁRIOS
Alunos do 9.º ano: cuja tarefa vocacional consiste em optar por uma das duas hipóteses: prosseguimento de estudos, optando por uma área de estudos no 10.º ano; ou abandono dos estudos e ingresso na vida activa. Em qualquer dos casos, o objetivo primordial é planear a implementação da respectiva escolha.

Alunos do 12.º ano: apoio à tomada de decisão para o ingresso no Ensino Superior.

OBJETIVOS
O objectivo fulcral é ajudar e apoiar os alunos na sua tomada de decisão, ao mesmo tempo que se procura promover certos aspectos de maturidade vocacional, importantes para a efectivação da tarefa vocacional que enfrentam neste período de transição. Com vista à consecução deste objectivo, podem-se inumerar um conjunto de outros objectivos considerados intermédios:

  • Proporcionar a exploração do “self”, avaliando as capacidades e interesses dos alunos;
  • Explorar informação relativa ao mundo escolar e profissional após o 9.º ano ou relativa ao ingresso no Ensino Superior;
  • Promover um maior envolvimento pessoal dos alunos na construção do seu projecto vocacional, criando uma maior autonomia e responsabilização no processo de tomada de decisão;
  • Promover competências de tomada de decisão vocacional;
  • Constituir um suporte no processo de transição, assegurando apoio e auto-confiança;
  • Promover competências de tomada de decisão vocacional;
  • Constituir um suporte no processo de transição, assegurando apoio e auto-confiança.

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA FORENSE

A Avaliação psicológica forense constitui-se numa tarefa complexa, exigente e de grande responsabilidade técnica e social. Neste sentido, requer competência especializada e experiência.

As contribuições dos psicólogos forenses têm vindo a assumir maior expressão junto dos atores e decisores judiciais. A psicologia forense responde a problemas práticos suscitados por entidades públicas (e.g., polícias, tribunais, comissões de proteção de crianças e jovens) ou por indivíduos particulares, e concretiza-se em aplicações e produtos concretos (e.g., avaliações, depoimentos, pareceres, relatórios).

Como funciona?
O perito forense recebe um pedido por parte das entidades públicas para realizar uma avaliação psicológica e, depois de cumprir um processo rigoroso de avaliação, redige um relatório de perícia psicológica dirigido à entidade que o solicitou.

PSIQUIATRIA

A psiquiatria compreende as perturbações mentais de forma orgânica e utiliza medicamentos como tratamento de eleição.

No Psiquilíbrios as consultas de psiquiatria são realizadas pela Dra Filipa Pereira e pelo Dr. Jorge Gonçalves.

Pedopsiquiatria

A Pedopsiquiatria é uma especialidade médica que aborda as dificuldades emocionais, do comportamento e da socialização das crianças e adolescentes, procurando minimizar o seu impacto no desenvolvimento. Poderá ser benéfico o recurso a farmacologia de modo a amenizar os sintomas e poder iniciar o trabalho psicoterapêutico em equipa com um psicólogo.

Como marcar uma consulta

As consultas são sempre realizadas por marcação prévia. Caso pretenda marcar uma consulta, deve contactar-nos por telefone (253 284 517| 964 145 134) ou pelo formulário de marcações  abaixo. Procuramos responder aos pedidos o mais rapidamente possível.

Depois de recebido, o pedido de consulta será distribuído pela Diretora Clínica, Dra. Vera Ramalho, para um terapeuta especializiado. De seguida o cliente será contactado com uma data possível para a consulta.

Não fazemos marcações ou desmarcações por e-mail.